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Paris Saint Germain, o novo rico da França


O dinheiro jorra nos cofres do Paris Saint Germain. Com a chegada do acionista majoritário Nasser Al-Khelaifi muitas coisas mudaram na equipe francesa. O presidente Robin Leproux saiu e deu lugar ao ex-diretor financeiro Benoit Rousseau. O brasileiro Leonardo abandonou o cobiçado técnico do Internazionale de Milão para ser o manager da equipe.

Mas as mudanças que começaram fora de campo também acontecem dentro dele. O técnico Antoine Kombouaré foi mantido e ganhou muitos presentes. os mais valiosos foram o zagueiro Diego Lugano, o ponta Jéremy Menez e o ótimo meia-atacante Javier Pastore, que era cobiçado pelos grandes europeus e custou 37 milhões de euros.

Além deles, outros bons jogadores como Matuidi, Douchez, Gameiro, Arnaud, Ngoyi, Bisevac, Sirgu e Momo Sissoko foram contratados dando ao time da capital francesa o rótulo de favorito para conquistar o torneio nacional.

Mas não para por aí. Os boatos dão conta que José Mourinho já teria acertado sua ida a Paris na próxima temporada. O salário ele escolherá. Será que procede? A única certeza é que o Paris Saint Germain deve voar nesta temporada e mais milhões de euros para contratações devem sair dos cofres do Qatar no ano que vem.

Rodrigo Stafford

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Málaga: A próxima força da Espanha


Joaquín, Sergio Sánchez, Cazorla, Diego Buonanotte, Ruud van Nistelrooy, Toulalan, Nacho Monreal, Joris Mathijsen, Isco e Edinho. Esses são os reforços do Málaga para a temporada 2011/12. Somados a Júlio Baptista e Demichellis, que chegaram na metade da última temporada e tiraram o time da zona de rebaixamento e terminaram em uma honrosa 11a posição, é uma equipe para lutar na parte de cima da tabela.

O responsável por isso tem nome. E nos grandes. O sheik Abdullah bin Nasser bin Abdullah Al Ahmed Al Thani, que investiu mais de 80 milhões de reais para comprar o clube. Além das contratações, o sheik mudou os patrocinadores do time. Um deles, a Nike, recebe dinheiro para estampar sua marca na camisa do clube, ao contrário da maioria dos times no mundo, que recebem verbas das grandes marcas esportivas. No comando do futebol, o ex-capitão da seleção espanhola Fernando Hierro é o dirigente. Nas quatro linhas quem dirige é o chileno Manuel Pellegrini, ex-treinador do Real Madrid.

A idéia é fazer do clube um novo Barcelona, mas pelos moldes está mais para Manchester City, onde o dono do time também gasta milhões na contratação de jogadores. Em um primeiro momento, a tarefa de Abdullah bin Nasser bin Abdullah Al Ahmed Al Thani não será das mais complexas. Se aproximar dos lugares cimeiros da tabela e conseguir vaga nas competições européias. Com o campeonato espanhol bipolarizado entre Barcelona e Real Madrid, não me surpreenderia ao ver o Málaga terminando na terceira, ou quarta, posição com direito a ida para a Liga dos Campeões. Ainda mais com Atlético de Madrid e Valencia longe de seus melhores dias.

No entanto, para chegar ao patamar de Real e Barça, anos passarão. Além de milhões de euros investidos em atletas e comissões técnicas, outras fortuna será gasta em estádio e infraestruturas para se chegar ao topo. Dinheiro, o sheik do Qatar tem. A única dúvida é se ele terá paciência de continuar investindo se os resultados não aparecerem rapidamente.

Rodrigo Stafford
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Atlético de Madrid: Mais uma chance para Diego


Depois de Porto, Werder Bremen, Juventus e Wolfsburg, Diego vai ter mais uma chance de mostrar o futebol que encantou o Brasil em 2002, pelo Santos. O meia foi emprestado de graça ao Atlético de Madrid por um ano e o time espanhol vai pagar os salários do jogador (1 milhão de reais por mês).

A carreira européia de Diego é cheia de altos e baixos e mostra porque o jogador nunca teve uma sequência na seleção brasileira. No Porto, teve péssimas atuações e não deixou saudade. Quando foi para a Alemanha atuar no Werder Bremen, onde arrebentou e levou o time nas costas. Negociado com a Juventus, teve uma passagem discreta pela equipe italiana e ao fim de sua primeira temporada pediu para ser negociado e voltou para a Alemanha, no Wolfsburg. para mim, um grande erro do jogador e do clube, que não tiveram paciência, um com o outro.

De volta ao país que o consagrou, não repetiu as atuações que eram esperadas, faltou treinos, brigou com o treinador e fez tudo que um jogador não deveria fazer. Agora, tem mais uma chance. Futebol, Diego tem de sobra, mas aos 26 anos, parece que a maturidade ainda está longe de chegar.

Rodrigo Stafford
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