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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Felipão não aprendeu bons modos na Europa



A passagem de Felipão pela Europa não mudou em nada seu jeito grosseirão. Até aí, tudo bem. Todo mundo conhece a personalidade do técnico, principalmente a imprensa paulista. Mas não dá pra aceitar tudo que o treinador do Palmeiras faz sendo justificado pelo seu temperamento. Chamar jornalista de palhaço extrapola o bom relacionamento das partes que precisam uma da outra.

Sem achar que a imprensa pode tudo no seu objetivo de informar: há de se respeitar o outro lado, as vontades do outro, ninguém é obrigado a dar entrevistas ou ser simpático o tempo todo só porque o jornalista quer. Mas, no caso de Felipão, ela só queria realmente isso, informar. Saber qual era o problema de Valdívia, porque o meia não vinha jogando. Enfim, explicações justamente pra não alimentar especulações. Não há nada de palhaçada nisso.

Para piorar o técnico já disse que não pedirá desculpas. Os jornalistas, bem-humorados, foram na entrevista coletiva após o incidente com nariz de palhaço. Mas Felipão não compareceu. As informações certamente continuarão chegando aos torcedores, como sempre. Já a relação do treinador com quem informa azedou.


Tatiana Furtado

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