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terça-feira, 4 de maio de 2010

Interinos: solução boa e barata?




Com os cofres combalidos, todos os grandes do Rio em algum momento adotaram a solução mais barata em tempos de aperto: ténico demitido, interino promovido. A bola da vez é Rogério Lourenço, do Flamengo. Que, por acaso, assumiu no lugar de Andrade, ex-interino que virou fixo e ganhou o hexacampeonato. Sem se esquecer de Carlinhos, eterno interino do rubro-negro e campeão muitas vezes, inclusive brasileiro.


Pelo visto, a diretoria rubro-negra vai deixar o barco correr e ver no que dá. Se passar pelo Corinthians e seguir na Libertadores, Lourenço ficará até onde o Flamengo conseguir ir (lembrando que a competição para após as quartas de final). Como o Brasileiro começa no fim de semana e para no início de junho, treinador novo só para depois da Copa.

O Vasco deve ir pelo mesmo caminho. Mancini caiu, Gaúcho entrou. E foi ficando. Os resultados não são tão bons. Perdeu a semifinal para o Flamengo, vai aos trancos e barrancos na Copa do Brasil. Mas nem mesmo a possível eliminação em casa diante do Vitória é garantia de mudanças. Dinamite deve seguir a cartilha da Gávea e pensar só para o pós-Copa.


No Flu, como o alvo era Muricy há algum tempo, o técnico da base Mário Marques tinha prazo de validade. O time começará o Brasileiro com técnico novo, que poderá planejar e trabalhar a equipe. Se vai dar certo, ninguém sabe, mas já é um passo.


Será que vale a pena manter um interino, que pode ir bem por um tempo e depois ficar difícil demiti-lo?

Tatiana Furtado

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