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terça-feira, 13 de abril de 2010

O mistério do Palmeiras


Rodrigo Stafford
Marcos; Figueroa (Vitor), Danilo, Mauricio Ramos e Armero; Edinho, Pierre, Diego Souza e Cleiton Xavier (Lincoln); Ewerthon e Robert. Este é, mais ou menos, o time titular do Palmeiras, que ficou na décima-primeira colocação com seis vitórias, sete empates e seis derrotas. O Alviverde ficou atrás dos "poderosos" Santo André, Grêmio Prudente, Portuguesa, Oeste, Botafogo, São Caetano e Ponte Preta.

Os palmeirenses ficaram onze pontos atrás do quarto classificado (São Paulo) e seis a frente do Rio Claro, o primeiro rebaixado. O time é ruim? Longe disto. Marcos ainda é bom goleiro, a zaga e os laterais são corretos, os volantes são bons, os meias ótimos e o ataque eficiente. Mas por que a equipe teve campanha tão pífia. A resposta é uma só: não sabe lidar com a pressão.


O Palmeiras é um dos clubes onde a torcida mais pressiona. Até Felipão já reclamou da turma do amendoim. Só que os jogadores, que lá estão, nao conseguem jogar pressionados. Assim, os desmanche para o Brasileiro será grande, começando com os meias Diego Souza (que sempre sumiu quando o time mais precisou) e Cleiton Xavier (com longo histórico de contusões).

O técnico Antonio Carlos Zago tem que priorizar as contratações de jogadores que saibam lidar com a pressão do caldeirão verde, porque se o time foi o décimo-primeiro no paulista, em que lugar chegará no Brasileiro?
Para completar, rumores indicam que, indignado, Zago teria pedido demissão no intervalo da partida contra o paulista, pela falta de comprometimento dos jogadores. Para um técnico iniciante, em sua primeira oportunidade em um time grande ter pedido demissão (a diretoria teria o convencido a continuar), imagine como está o clima palmeirense?

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