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Roni no Fluminense


O Fluminense acaba de fechar a contratação do atacante Roni, que estava no Santos. O jogador fez carreira no tricolor carioca e ficou marcado com o tri-rebaixamento com o clube em 96, 97 e 98.
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Parreira, Mancini, Sergio Guedes...


Mais uma vez, o Flamengo está as voltas com a contratação de um novo treinador. Verdade que a diretoria tem dado mais tempo para os últimos técnicos (vide Joel Santana e Caio Junior), mas agora, os dirigentes estão mais à procura de um perfil do que de um nome. Eis as opções.




Carlos Alberto Parreira


É um técnico experiente, mas que há anos não faz um bom trabalho (recentemente seleção brasileira e Fluminense). O último bom trabalho foi um carrossel que formou no Corinthians em 2002/2003. É uma opção forte.




Vágner Mancini


Tem algum currículo com a conquista da Copa do Brasil 2005, pelo Paulista e de um bom trabalho no Vitória. No entanto, tem o mesmo perfil de Cuca e fatalmente baterá com os caciques do time.




Sergio Guedes


Faz ótimo trabalho no Santo André, mas carece de experiência. Acredito que não está preparado para o barril de pólvora que é a Gávea em ano de eleições.


Fabio Luciano

Decisão mais improvável, mas talvez a mais correta. Admirado e respeitado por todos, o ex-capitão poderia começar uma carreira de treinador, principalmente com um auxiliar experiente.




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Adeus Cuca!


Copio aqui a excelente matéria de Eduardo Peixoto, do GLOBOESPORTE.COM. Ela explica perfeitamente a queda do técnico Cuca:


Pode parecer cena do jardim de infância. Mas não é, e aconteceu no auditório da Gávea, em abril. Enquanto os jogadores do Flamengo, sob a liderança do então capitão Fábio Luciano, tinham uma reunião interna, o auxiliar e irmão de Cuca, Dirceo Stival, o Cuquinha, posicionou-se na entrada e colocou o ouvido atrás da porta para saber o conteúdo do encontro. Temia que estivessem tramando contra a comissão técnica. Não estavam e muitos sequer sabem que foram espionados. A cena fez parte da redoma de desconfiança que o treinador criou desde que chegou ao clube, em dezembro. A bola de neve cresceu e transformou-se em um emaranhado de problemas que o afastou cada vez mais do elenco e terminou com a demissão dele, na tarde de quinta-feira. Para muitos, a saída de Cuca é a vitória do antiprofissionalismo sobre um treinador empenhado em mudar o panorama reinante na Gávea. Talvez seja. Para a maioria dos jogadores e de quem conviveu com ele no período, no entanto, a história tem um outro lado.

Ao longo dos mais de sete meses de convivência, o GLOBOESPORTE.COM coletou histórias dos bastidores que revelaram o ambiente hostil que dominou o clube mais popular do país. Os personagens só autorizaram a publicação após a saída do treinador para evitar mal-estar.

- Infelizmente, já conhecia o Cuca de 2005 e a experiência não tinha sido das melhores. Ele é difícil de lidar, alterna muito o humor. A saída demorou até demais. Não havia clima - disse uma das fontes.
O primeiro tiro pela culatra foi dado logo no primeiro mês. Sentado no hall do hotel em que a delegação estava, em Volta Redonda, ele detonou o grupo que acabara de conhecer: - Não sei como consegui perder dois títulos estaduais com o Botafogo para esse time.

Era a forma que encontrou para se defender de um possível fracasso no Estadual. Porém, o mesmo elenco, três meses depois, garantiu a Cuca o único título expressivo de sua carreira.

Mas até o tricampeonato carioca, aquele que seria o momento mais feliz da relação, diversas minicrises foram instaladas e resolvidas. O técnico dizia para quem quisesse ouvir que os jogadores não se empenhavam nos treinamentos.

Os métodos de trabalho do preparador físico Riva Carli provocaram problemas. Na pré-temporada, havia lamentos sem pudor sobre a saída de Ronaldo Torres, profissional que trabalhava com Joel Santana. Em um dos episódios públicos, Juan ofendeu Riva diante da câmera do GLOBOESPORTE.COM reclamando do seu programa de treino.

A forma física de Obina, que posteriormente foi emprestado ao Palmeiras, sempre trouxe comentários desabonadores ao atacante. Em um deles, o comandante lamentou com Ronaldo Angelim:

- Essa barriga não é só de quem come muito. É de cachaça.

Antes de virar as costas e sair, o zagueiro afirmou:

- O Obina não bebe.


Ibson ameaçou abandonar final Por mais que estivesse inconformado com algumas atitudes de descompromisso do grupo, o treinador escolheu uma forma perigosa de se esquivar e passou a criticar quase todos os jogadores. Por trás.
Léo Moura recebeu a alcunha de lateral mais preguiçoso do Brasil. Nem mesmo o capitão Fabio Luciano escapava. Mas os dois nunca bateram de frente. O capitão, apesar de descontente com o que ouvia por terceiros, sempre tentou apaziguar o ambiente ruim. Mas os comentários não cessaram. Um dia, ao olhar Josiel em um treino, o técnico disse:
- É dose escalá-lo. Um dos episódios de maior tensão aconteceu na final da Taça Rio contra o Botafogo. No jogo em questão, Cuca passou todo o primeiro tempo cobrando mais empenho do camisa 7, a quem chamava de "mimado", e gritando sem parar: - Volta Ibson, marca Ibson. Se não fizer isso vou te tirar. Na saída para o intervalo, o apoiador estava transtornado e reagiu:
- Você não pode falar assim comigo. Sou homem e te respeito. A discussão se estendeu até o vestiário. Ibson trocou de roupa para ir embora e foi convencido por companheiros e dirigentes a rever sua posição e voltar ao campo. O título abafou a crise.

Malvisto por quase todos os atletas, Cuca encontrou nas divisões de base uma saída para seus problemas. Além de ver mais facilidade para dar ordens aos jovens, o ex-técnico queria promover uma reformulação. Ele via o grupo impregnado por "panelas" e uma superproteção a jogadores em quem não confiava, como Jônatas.
- No meio do ano a gente vai se livrar do Léo Moura, Juan, Fabio Luciano, Kleberson e Ibson, e aí nosso futuro serão os jovens. O Flamengo precisa passar por isso – dizia pelos cantos. O amor pelos garotos durou até a primeira falha e novamente a língua o traiu. Após a atuação ruim de Welinton, contra o Cruzeiro, a metralhadora do técnico voltou a girar.
- Ele nunca vai ser bom porque é burro. Inteligência não se aprende – disse, durante um treino.

O Imperador

Por incrível que pareça, Adriano, um dos principais alvos do treinador, jamais tramou contra ele. De personalidade tranquila, o Imperador dava de ombros para as ameaças que recebeu.
- Se ele não se enquadrar, vou dentro dele. Não vai me sacanear – disse Cuca, depois de o jogador não comparecer a um treino.
Mas a relação entre os dois se complicou na véspera da partida contra o São Paulo. Ao contrário de todos os dias, quando os treinos não começam enquanto todos os jogadores não estão em campo, o técnico fez questão de iniciar logo a atividade. O Imperador viu aquilo como uma forma de expor que ele chegou atrasado. Coube a Cuquinha contemporizar a situação.A cobrança do grupo Aos poucos, os comentários chegaram aos ouvidos dos jogadores, que passaram a chamá-lo de traíra (na gíria boleira, o termo refere-se a uma pessoa que fala bem na frente, mas pelas costas detona). Na reunião que aconteceu em Teresópolis, em junho, o capitão Bruno abriu o jogo e externou essa situação:

Cuca durante treino do Fla. Relacionamento com os jogadores não era bom
- Cuca, estamos sabendo que você anda falando muitas coisas pelas costas. Emocionado, o treinador se defendeu. Acreditou que estava tudo encerrado e os jogadores voltariam a confiar nele. Mas já era tarde.
- Posso garantir que quase ninguém gostava dele. Até o Angelim e o Juan, que não costumam reclamar de técnico algum, tinham um pé atrás com o Cuca. Ele se complicou muito – disse um jogador, que pediu para não se identificar.

No último dia, Adriano pediu a palavra na reunião para criticar as ações do treinador. Em vez de emoção e lamentos na despedida, a indiferença predominou. Os jogadores não o abraçaram. Apenas acenaram de longe e encerraram uma relação de aparências.
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Enfim um bom projeto de marketing


Finalmente um bom projeto de marketing entre os clubes do Rio de Janeiro. O Vasco alcançou a expressiva marca de 27 mil sócios em dois meses e está conseguindop sair do sufoco financeiro.

O projeto é dividido em três categorias diferentes: sócio proprietário [R$ 45 por mês e direito a voto nas eleições do clube[, sócio geral [R$ 30] e sócio-torcedor [R$ 20]. Todos os adeptos têm desconto de 50% da compra dos ingressos para os jogos do Vasco.

Supondo, que todos estejam como socio-torcedor (o que não é verdade) são 540 mil reais a mais por mês na conta vascaína.

Este blog, que é crítico feroz de Roberto Dinamite, parabeniza o presidente vascaíno.
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O blog acertou?


Bem, o blog acertou que Vinicius Eutrópio não ía durar. Dois jogos depois Renato Gaúcho é o novo, de novo, técnico do Flu. O Flu tem seu quarto técnico em pouco mais de 200 dias de ano (202 para ser exato). O nome da vez é Renato Gaúcho, que fora demitido há menos de um ano.
Finalmente uma escolha certa. Não que Rene e Parreira tenham sido escolhas erradas, mas suas dispensas sim. Se existe alguem q possa tirar o Flu deste rebaixamento iminete é Renato

O erro foi porque Luxemburgo acertou com o Santos. Ótimo técnico. Relação custo-benefício duvidosa.

E Muricy acertou com o Palmeiras. Bom? Sem dúvida, mas que Jorginho estava fazendo um excelente trabalho, com os jogadores atuando por ele. Isso tava!
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Dança das cadeiras


A dança das cadeiras no Brasileirão não para. Na segunda-feira três treinadores perderam seus empregos. O primeiro foi Marcio Bittencourt, que não resistiu a 6 derrotas seguidas. Culpa dele? nao, o time é horrível. Assume Geninho, que quando pega um time, tudo pode acontecer.


No Fluminense, Parreira não resistiu à zona de rebaixamento. Sou um crítico feroz das táticas ultrapassadas do técnico, mas o excessivo número de panelinhas e a briga sem fim entre Unimed e clube tiveram mais peso que o trabalho do tetracampeão. entra o auxiliar Vinicius Eutrópio, que deste a chegada de Parreira é quem realmente treina o time. Ou seja, não vai durar.


No Santos caiu Vágner Mancini. O técnico é bom, o time não é ruim, tanto que chegou até a final do campeonato paulista. Mas os caciques santistas não o queriam mais, lide Fabio Costa, Kleber Pereira, Fabão e outros. O presidente Marcelo Teixeira sonha com Muricy ou Luxemburgo, mas acho que vai acabar em Hélio dos Anjos.
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O show de marketing do Real Madrid



Vocês viram as apresentações dos reforços do Real Madrid? Um show de marketing que reuniu mais de 150 mil pessoas no Santiago Bernabéu nas apresentações de Cristiano Ronaldo, Kaká e Benzema.

Imaginem vocês se o clube merengue cobre 20 euros pelo ingresso das apresentações, um preço bem barato em relação ao valor dos ingressos. Só nisso, o Real teria ganho 3 milhões de euros.

Isto sem falar da bela festa, dos craques do passado, os bons discursos dos jogadores e das milhares de camisas 8 (Kaká) e 9 (C.Ronaldo), que se não pagam os reforços, colaboram demais para isso.

No Brasil, o Corinthians foi o que fez algo mais perto disto para a apresentação de Ronaldo. A apresentação de Adriano, quer deveria ser outro grande evento (no Maracanã, por exemplo) aconteceu nas condenadas arquibancadas da Gávea. A de Fred entção é melhor esquecer, já que até torcedor fez pergunta na coletiva e jornalista teve material de trabalho roubado, dentro da sede das Laranjeiras.

Um bom exemplo de marketing foi a nova (feia) camisa da Olympikus-Flamengo. Só de camisa, a nova fornecedora esportiva vendeu 220 mil unidades em uma semana, dando a fornecedora mais de 13 milhões brutos.

Os clubes brasileiros tinham que pensar nisto.
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Jogo rápido


Dois dos melhores técnicos do país estão desempregados. Muricy (negociando com Palmeiras) e Luxemburgo merecem coisa melhor do que a instabilidade brasileira.

O time do Cruzeiro tem tudo para ser tricampeão da América.
Zé Roberto diz que pressão no Fla atrapalhou seu futebol. E as noitadas?

Ronaldo Fenômeno fala mais besteira que a falecida Magda, do Sai de Baixo. Como o Rodrigo Paiva era bom pro gordinho. Mas como joga bola!!!

Cala a boca, Fred!!!

Jonatas e Lucio Flavio não é um bom meio de campo. É um meio do canal 100.
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Resumão da rodada


Vi dois jogos neste final de semana. Atlético Mineiro x Botafogo e Náutico x Inter. No primeiro, o Botafogo foi melhor durante boa parte do jogo. Taticamente foi muito bem, mas faltou qualidade. O Galo é um dos maiores cavalos paraguaios do mundo!!!!


Já o time do Inter é um dos candidatos ao título. Marca bem, tem jogadores que desequilibram. Mas se perder D'Alessandro ou Nilmar, o time cai demais. O Nautico é seríssimo candidato a cair para a Série B.


Em Floripa, Obina acabou com o jogo e colocou o Palmeiras no G-4. O São Paulo não resistiu ao Coritiba e dificilmente conseguirá o tetra. O Flamengo passou pelo vitória, mas perderá Kleberson, Ibson, Emerson e talvez Toró para o próximo jogo contra o São Paulo, no Morumbi.

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